"Conjunto dos factos e das situações que constituem a acção da narrativa de um romance, filme, etc. (grafado com inicial minúscula); terça-feira, maio 30, 2006
O reverso da história...
"Conjunto dos factos e das situações que constituem a acção da narrativa de um romance, filme, etc. (grafado com inicial minúscula); terça-feira, maio 09, 2006
Zé Milho, a viagem... 1º dia

No 1º dia Zé Milho queria ir até Sines na sua Zundap e ficar por lá acampado... desfrutando pelo caminho das praias e da vista...
terça-feira, maio 02, 2006
Zé Milho
Parando em pontos específicos e contactando com antigos colegas da tropa, Zé Milho tinha nesta viagem que nunca chegou a realizar por motivos alheios à sua vontade a motivação para continuar a levantar-se às 5 da manhã direito à serrinha (nome dado a uma zona especifica da serra) de enchada às costas cavar de sol a sol... domingo, abril 16, 2006
Era fixe...
Montar uma casa com um terraço coberto por três pés de Bacelo, podia ser um de Morangueiro (Americano) outro de João Santarém e um moscatel.
O Morangueiro dá-nos um bago de uva com uma casca bastante ácida. Depois de pisado dá-nos um vinho com corpo, mas demasiado acido. No entanto o bago em si é bastante doce e separa-se com facilidade da casca, ao fazermos desliza-lo sobre os dedos é possível ficar com a casca ácida sobre eles, saltando o interior para fora.Tirava a casca, bago a bago e fazia um vinho brutal. :P
Com o João Santarém fazia também um vinho muito bom. Nesta casta o bago de uva tem carisma é mesmo muito bom, ao contrário do Morangueiro o bago não se separa da casca, são um só e fazem um vinho forte e maduro... que acompanha qualquer evento...
O Moscatel é bom para dar aos putos, é um crime pisar uns bagos assim :) ... o vinho que nos dá não compensa... Só para comer... (na minha opinião...)
Se nada disto funcionar, podia juntar todas as castas inclusive o moscatel... e deitar-me sobre uma rede entre a laranjeira e a nespereira do meu alpendre a deliciar um vinho estupendo... :-)
sexta-feira, abril 14, 2006
Recomendo...
quarta-feira, abril 12, 2006
Quero ser porteiro
terça-feira, abril 11, 2006
Muito ofensivo...
A diferença entre chegar ao pé de alguém e discretamente chama-lo à atenção sobre uma determinada situação menos inteligente depende da abordagem e da forma como se diz.sexta-feira, abril 07, 2006
O processo
cacho desta, e muito suor em cima... É assim...- Deixa-se a curtir vai à prensa é pisado e vai à prensa outra vez e é novamente pisado.
- Levanta caneco para dentro da cartola de 12 em 12 litros lá vai... lá se vai enchendo esta com o ainda mosto.
- Depois deixa-se a repousar, começa a fermentação, o jovem vinho quer ganhar corpo, e ferve, ferve, ferve... Ferveu se não houver uma trovoada se não o incomodaram ao fim de 3 meses por volta do S. Martinho já podes ir tomar-lhe o gosto à Adega.
E agora??? 1/5 do mosto assentou no fundo da cartola,1 /5 do mosto é borra. Mas porquê, se o processo porque passaram foi o mesmo?
Até aqui tudo bem vivem um com o outro no mesmo recipiente e até se dão bem se a cartola não for chocalhada... evidentemente... Porque se isso acontece. Adeus vinho, mesmo que volte a assentar, vai ser sempre turvo...
Pois o melhor para não correr risco e "meter o vinho em limpo" retira-se todo o vinho cuidadosamente da cartola para outra e manda-se a borra para destilar. Será isto justo? Colocar para destilar algo que ajudou o vinho a ser o que é...
Porque é que o destino da borra é ser destilada? Até neste processo as coisas são injustas...
O vinho fica a rir-se...
Ou não...
Se não te beberem vais ser vinagre :P...
Nada como um licor, é mais doce e elas gostam mais... Ora bem destila-se a borra ficamos com aguardente vínica, junta-se qualquer sumo e temos um licor, a proporção pode ser 5 por 1 (4 litros de sumo mais um de aguardente). Este nunca vai ser vinagre e quanto mais velho melhor se torna...
sexta-feira, março 31, 2006
Os media
forma muito boa de se manter informada e aprender mais alguma coisa sem se esforçar muito, sair do conforto do sofá por exemplo. quinta-feira, março 30, 2006
Camarinha e o Pastor
casal, quando ele passava pelo largo da aldeia já toda a gente sabia quem lá vinha era o "rabopêco" com toda a certeza.